30 de abr de 2016

Curso de Modelagem Paramétrica com Rhinoceros e Grasshopper - UP


De a acontecerá o Curso Livre na Universidade Positivo, Curitiba - PR. Será ministrado por Ernesto Bueno e Rita Patron, professores do Curso de Arquitetura e Urbanismo - UP.

Dirigido a alunos, profissionais e professores de arquitetura, urbanismo, design e áreas afins, será um curso de 32 horas, distribuídas em 8 encontros, nas quartas e sextas-feiras (sem contar o recesso após o feriado do dia 26). Nestes encontros, abordaremos a introdução ao conhecimento técnico-computacional sobre modelagem paramétrica, processos algorítmicos de projeto e uso da fabricação digital na arquitetura e design; e ao treinamento em Rhinoceros e Grasshopper, ferramentas de software que figuram dentre as mais versáteis e práticas na aplicação destes conhecimentos.
Investimento:
3 parcelas de R$ 119,67
Inscrição:
www.up.edu.br/cursos-livres

17 de set de 2013

Curso de modelagem paramétrica + fabricação digital na Unicamp


Durante as sextas-feiras de 4 de outubro a 13 de dezembro, será ministrado um curso combinado de modelagem paramétrica em Grasshopper e diversas técnicas de prototipagem e fabricação digital em Campinas, no LAPAC pela EXTECAMP (escola de extensão da Unicamp).

Os instrutores serão:



Mais informações no link: http://www.fec.unicamp.br/~celani/cartaz2013.pdf
Inscrições pelo link: http://www.extecamp.unicamp.br/dados.asp?sigla=FEC-0123&of=001

24 de mar de 2013

Sobre métodos de design generativo em Grasshopper

Fabio Nogueira, estudante de Arquitetura na UFAL e membro do grupo Grasshopper Brasil, está desenvolvendo o seu trabalho de graduação, no qual está "tentando através de um exercício projetual utilizar conceitos de design generativo e fractais" e pergunta por referências sobre esse tema. Devido ao interesse que outros leitores do blog e membros do grupo têm, me tomei a liberdade de fazer pública a resposta:

Para o basamento teórico, as referências mais cercanas que posso recomendar são:
Dentro destas dissertações, você encontrará, além dos trabalhos, referências importantes que de outra maneira teria que listar aqui, o que seria pouco prático.

Para o desenvolvimento de projetos generativos no Grasshopper (GH), têm vários métodos, mais o menos apropriados, segundo o que você precisar ou o que estiver disposto a aprender.

Primeiro é importante não confundir o desenho ou modelagem generativa com o design ou arquitetura generativa. O primeiro é generativo em termos de representação: regras sintéticas (não gráficas) que geram desenhos ou modelos, ou seja, modelar usando o Generative Components, GH ou similar, ou através de scripting (RhinoScript, MAXScript, Processing, etc.). Mas quando se fala em arquitetura generativa, se fala em um processo no qual se definem regras simbólicas de projeto que geram sistemas arquitetônicos. O primeiro é uma técnica de representação (associada ao projeto); o segundo é uma metodologia de projeto (que usa essas técnicas não só para desenhar, mas também para projetar). Ou seja, todo o que se faz no GH é modelagem generativa, mas nem todo projeto feito em GH é arquitetura generativa.

Tenho dito isso, existem vários métodos específicos de projeto generativo que podem ser implementados no GH. Neste momento, eu consigo pensar em quatro:

Golden proportion spiral, por Homer Garcia
1. Desenvolvendo a sua própria lógica generativa com os componentes do GH. Têm muitas transformações iterativas que podem ser feitas trabalhando com listas e árvores de dados, usando Series, Range, grades e nuvens de pontos, etc. Também pode ser útil fazer Clusters com grupos de transformações que se apliquem como regra repetitivamente sobre vários elementos. Dica: o uso da constante Phi pode ser útil como multiplicador dos fatores de transformação para gerar fractais, já que esse número nasce de uma lógica recursiva.

Cellular Automata, por Morphocode
2. Aplicando regras generativas predefinidas, através de plug-ins como Rabbit. Dica: veja os tutoriais do Rabbit.


Iterative Step Modelling, por Yannis Chatzikonstantinou
3. Desenvolvendo as suas próprias regras iterativas usando os componentes do GH com a ajuda de plug-ins como Hoopsnake. Dica: leia o artigo e estude os exemplos de: Iterative Step Modelling, por Yannis Chatzikonstantinou, desenvolvedor do Hoopsnake.

Chrysalis (III), por Andrew Kudless
4. Implementando os seus próprios algoritmos generativos programando em alguma linguagem de scripting dentro do GH: C#, VisualBasic.NET ou Python. É de longe a mais difícil, já que implica aprender a programar em uma dessas linguagens, mas desse jeito se libera de qualquer limitação que os métodos anteriores possam ter, sem contar o universo de novas habilidades que seriam adquiridas.

Espero que estas referências e dicas sejam úteis para mais de um. O seus comentários são bem-vindos. E, como dizemos no grupo, boas pesquisas!

3 de mar de 2013

Workshop Performative Morphologies no Future Traditions




Performative Morphologies fabricação integrada estruturas complexas
Gonçalo Castro Henriques (X-REF | FAUTL) + Tobias Schwinn (ICD Stuttgart)
3 e 4 Abril 2013, Future Traditions, Porto.

Este workshop explorará a conceção e construção de estruturas modulares tipo casca utilizando métodos de diferenciação geométrica. Os parâmetros de desempenho do material e da geometria serão utilizados para definir um conjunto de componentes formando uma estrutura tipo casca. Serão utilizados princípios físicos para assegurar uma cobertura tipo casca eficiente e extremamente fina utilizando Rhino/Grasshopper. Será projetado, fabricado, construído e montado um protótipo no final deste workshop.

Inscrição:   95.00 €*
Mínimo/máximo de participantes: 10/20
Data limite para inscrição: 22 Março
Mais informações: http://futuretraditions.arq.up.pt/performative-morphologies

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